11/08/2019 01:06 - EM
Futebol
Treinador concedeu entrevista após o jogo em BH
Fernando Diniz respondeu perguntas dos jornalistas presentes no Estádio Independência


O técnico Fernando Diniz falou após o jogo, no Estádio Independência, em Belo Horizonte (MG). Clique e confira a crônica de Atlético-MG 2 x 1 Fluminense pela 14ª rodada do Campeonato Brasileiro.

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FernandoDiniz:

- Não acho que o Atlético veio com a estratégia de marcar lá em cima. Variou a marcação, em determinados momentos eles marcaram, principalmente no tiro de meta. A gente jogou no campo do Atlético 30 minutos do primeiro tempo inteiro, se elestivessem marcado assim teríamos ficado acuados no jogo, o que não foi o que aconteceu. Nos primeiros minutos, a gente foi muito soberano no jogo, poderíamos abrir o marcador, mas a gente não conseguiu marcar. A partir daí o jogo ficou de transição rápida e eles começaram a esticar algumas bolas, levando vantagem em alguns lances. O jogo ficou mais equilibrado e ele sterminaram o primeiro tempo melhor que a gente, fizeram o gol. No segundo tempo, a gente levou o gol muito cedo. Eles acabaram recuperando uma bola, numa saída de jogo nossa, um erro que a gente não costuma cometer, aí fizeram 2 a 0 e o jogo ficou bem desenhado, a gente atacando e eles usando o contra-ataque. O maior pecado do time hoje foi não ter feito os gols na hora em que a gente estava bem melhor no jogo.

- Vamos continuar insistindo e trabalhando para aproveitar melhor as chances que a gente tem criado, e evitar alguns gols que a gente sabe da estratégia do adversário. Acabamos tomando um gol, e algumas chances, que já tínhamos mapeado.

- Acredito muito que a gente vai sair dessa situação e o que segura é que o time realmente joga bem. Hoje a gente teve mais chance que o Atlético. A gente não vai tirar o time da zona do rebaixamento jogando mal. Quando faz esse tipo de questionamento, a ideia que se tem é que quando se joga bem, joga melhor, perde, mas não é isso. Na minha cabeça, eu tenho muita convicção de que agente vai sair dessa situação. Ao mesmo tempo, temos feito grandes jogos na Sul-Americana, o que não tem nada a ver uma ser Copa e outro ser Campeonato. O que se pode fazer é o treinador aumentar a chance do time ganhar, e isso nós temos feito constantemente. A gente mereceu ganhar do São Paulo e hoje a gente merecia, ao menos, o empate, na minha opinião. Temos que continuar o trabalho que vai dar certo, é isso que eu acredito. O time não está oscilando no desempenho, no trabalho. O time está se entregando, os jogadores compraram a ideia. De alguma forma, o torcedor também acredita. Agora, a gente tem que ganhar jogo, mas o que fica, o que segura o trabalho, é o Fluminense jogar com as dificuldades que a gente tem, e consegue enfrentar qualquer time de igual para igual, com maior chance de ganhar. O que segura o trabalho é isso. Isso gera confiança. Se o time estivesse jogando mal, certamente eu já teria sido demitido.

- A expulsão do Nene, ele disse que foi fazer um questionamento normal e a arbitragem interpretou de uma outra forma e acabou gerando a expulsão. Quanto ao Ganso, ele jogou parecido contra o Inter, da maneira que o time joga. Nos primeiros minutos, tivemos muitas chances de gol justamente pelo Ganso estar jogando numa zona de flutuação que facilita dele achar o passe na frente. Até acho que, em determinados momentos, ele possa ficar mais na frente, mas eu acho que ele fez uma boa partida, parecida com aquelas que ele vem fazendo. Não acho que isso tenha sido determinante para a gente não vencer o jogo. Ele é o cara que dá o passe, que fura a primeira linha de marcação, e deixa os companheiros numa situação já bastante fácil para definir a jogada.

- O time consegue criar e se impor diante de seus adversários pelo modelo de jogo. O time criou muitas chances de gol no primeiro tempo porque consegue articular o jogo lá de trás. Os benefícios são muito maiores do que os malefícios. A gente acabou errando no lance que originou o segundo gol do adversário, mas é um erro que a gente comete muito pouco durante o campeonato. Se você computar o número de vezes que a gente chega na área do adversário e conclui em gol por conta do modelo de jogo, você conclui que essas chances são muito maiores que os acidentes que acontecem no caminho.

- O resultado pesa sim, mas outra coisa que pesa é a insistência das perguntas que vocês fazem. Essa insistência vai gerando questionamento. Aqui, estamos há sete meses. O time que jogou o carioca, praticamente mudamos as 11 peças e, ainda assim, conseguimos jogar bem. Garantia que vai dar certo, não temos. A gente trabalha muito para que o negócio dê certo. A gente vai melhorar jogando mal e criando menos chances que o adversário? Eu acho que não e a diretoria percebe isso.

Texto: Comunicação/ FFC
Fotos: Mailson Santana/ FFC





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