25/09/2019 10:52 - EM
Clube
Fluminense implanta acesso em Libras no site oficial
Ferramenta vai possibilitar traduções das informações para deficientes auditivos


O Fluminense Football Club lançou ontem (24/09), em seu site oficial, uma ferramenta para acessibilidade em Língua Brasileira de Sinais (Libras). O mecanismo, que atende pelo nome de Hugo, é um intérprete de Libras (da Hand Talk) que vai possibilitar que deficientes auditivos passam fazer a leitura das informações publicadas. Para acessar o Hugo, o tricolor precisa clicar em um ícone que está na barra lateral do portal e, imediatamente, terá a ajuda disponibilizada.

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O projeto vai além do novo dispositivo e tem uma parceria firmada com o Instituto Nacional de Educação de Surdos (INES). Serão realizadas diversas ações em conjunto e a primeira delas já acontece nesta quinta-feira (26/09) - Dia Nacional do Surdo –, no jogo do Fluminense, no Maracanã, quando o 50 alunos do instituto serão levados ao estádio.


Para se ter uma ideia da importância da nova ferramenta, são 360 milhões de deficientes auditivos em todo o mundo, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS). Todos dependem da Libras para se comunicar e obter informações, uma vez que 80% deles são analfabetos ou semianalfabetos, conforme a Federação Mundial de Surdos. Segundo o IBGE, no Censo de 2010, são 9,7 milhões no Brasil.

A Língua Brasileira de Sinais foi reconhecida como oficial em abril de 2002, por meio da Lei nº 10.436. A partir daí, foram definidas várias medidas sobre o assunto, criando obrigações para o Poder Público, empresas privadas e associações.


Em julho de 2015 foi publicada a LEI nº 13.146, que instituiu a “Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Estatuto da Pessoa com Deficiência), destinada a assegurar e a promover, em condições de igualdade, o exercício dos direitos e das liberdades fundamentais por pessoa com deficiência, visando à sua inclusão social e cidadania”. Em seu artigo 63, o dispositivo define que “É obrigatória a acessibilidade nos sítios da internet mantidos por empresas com sede ou representação comercial no País ou por órgãos de governo, para uso da pessoa com deficiência, garantindo-lhe acesso às informações disponíveis, conforme as melhores práticas e diretrizes de acessibilidades adotadas internacionalmente”.


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